34a Bienal de São Paulo, 2019-2020

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Linguagem visual, materiais impressos, sinalização

Desenvolvida pelo artista e designer Vitor Cesar com Fernanda Porto, Julia Pinto e Deborah Salles, a identidade visual da 34ª Bienal incorpora a poética do ensaio proposta pela curadoria ao desenvolver uma linguagem maleável que pode ser transformada em função dos diferentes contextos da 34ª Bienal. Nesse sentido, são compartilhadas agora as primeiras sintaxes visuais desse sistema, e novas irão aparecer nos diversos espaços de comunicação da mostra ao longo do tempo. Ao invés de sintetizar uma imagem única, busca-se experimentar uma pluralidade visual em que é possível transitar entre clareza e complexidade com recursos criados a partir de ideias como encontros, atravessamentos, vínculos, vincos, dobras e relevos.

Projeto Contracondutas, 2016/2017

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Linguagem visual, materiais impressos, workshops

 

Projeto de linguagem visual do Contracondutas, um projeto político pedagógico, realizado pela Escola da Cidade. Com curadoria de Ligia Nobre a Carol Tonetti, a pesquisa sobre trabalho e migração na construção civil. O material gráfico teve como ignição workshops realizados na Escola da Cidade e utilizou como matéria base um conjunto de diagramas encontrados na internet que buscavam representar a ideia de esfera pública.

O livro foi editado por Carol Tonetti, Ligia Nobre, Gilberto Mariotti e Joana Barossi. O desenvolvimento gráfico foi feito em diálogo direto com os editores, de modo que essas atividades foram mutuamente influenciadas, com a colaboração de Frederico Floeter. Português e Inglês, 17cm x 24cm, 640 páginas, impressão colorida.

 

 

Campos de Invisibilidade, 2018

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Linguagem visual, expografia, material impresso e sinalização

 

Projeto gráfico e espacial realizado com O grupo Inteiro, em que ambos são entendidos como processos instalativos e de mediação da exposição. Curadoria de Claudio Bueno e Ligia Nobre. Sesc Belenzinho.

20 Festival Arte contemporânea Sesc_Videobrasil, 2017

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Linguagem visual, material impresso e sinalização

 

Projeto realizado para o 20º Festival Videobrasil_Sesc de arte contemporânea, em colaboração com Felipe Kaizer, que procura articular as questões apresentadas pelos artistas e curadoria. Publicações com Frederico Floeter e sinalização com Guilherme Pardini e Marcelo Venzon.

20 Festival Arte contemporânea Sesc_Videobrasil, 2017

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Publicações

 

Livro/catálogo da exposição Panoramas do Sul, com estruturação enciclopédica e documentação sobre artistas do 20º Festival Sesc_Videobrasil. Organização de Solange Farkas, Ana Pato, Beatriz Lemos, Diego Matos e João Laia.  Livro Uma comunidade múltipla, com curadoria editorial de João Laia, procura adensar uma reflexão a partir das questões trabalhadas na curadoria do 20º festival. Com participação de Donna Haraway, Apichatpong Weerasethakul, Mark Dery, entre outros. Projeto gráfico e diagramação realizados em colaboração com Frederico Floeter. Ambos em português e inglês, impressão colorida, relevo. Panoramas do Sul: 216 páginas; Uma comunidade Múltipla: 304 páginas.

A Marquise, o Mam e nós no meio

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Sinalização

Projeto realizado em parceria com O grupo inteiro, conjuntamente com o desenvolvimento do projeto espacial. A curadoria de Ana Maria Maia.

O nome daquilo que se chama, 2018

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Publicação

Livro da artista Julia Kater, editada pelo curador Paulo Miyada. A publicação foi produzida por ocasião de uma exposição e procurou funcionar como uma atualização do pensamento expositivo enquanto livro. Português e Inglês, 160 páginas, 17cm, 23cm, impressão colorida e full black.

Residência artística Redbull Station, 2018

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Publicação, em colaboração com Claudio Bueno.

 

Livro com documentação das residências de 2013/2014 Red Bull Station, contendo trabalhos, textos e entrevistas com os artistas. A proposta foi trazer para a materialidade da publicação certa informalidade do processo. Português e Inglês, 21cm 26cm. Foram impressos 4 blocos de cadernos de 2 x 2 cores Pantone diferentes, 312 páginas.

 

 

Carimbos, 2018

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Publicação, em colaboração com Fernanda Porto

 

Livro do artista José Claudio, com trabalhos de diversos períodos e textos críticos de Clarissa Diniz e Fernanda Porto.

Exposição Sala de leitura, 2017

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Linguagem visual, publicação e diagramação da exposições

 

Exposição com textos de artistas, curadoria de Galciani Neves, no Sesc São Carlos.

Observar Construções Atravessando Monumentos, 2016

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Livro

 

Publicação realizada como resultado de obra comissionada pelo programa Videobrasil em Contexto e desenvolvida durante residência de três meses [Maio—Julho/2015] no A-I-R Laboratory do Centre for Contemporary Art Ujazdowski Castle, Varsóvia, em 2015.

Frestas Trienal de Artes, 2014

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Linguagem Visual, material impresso, sinalização.

 

Exposição com curadoria de Josué Mattos, que inicia o projeto Frestas Trienal de Artes, no Sesc Sorocaba. Projeto de linguagem visual realizado com a colaboração de Fred Floeter, e assistência de Deborah Salles.

Campos de preposições Sesc Ipiranga, 2016

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Linguagem Visual, material impresso, sinalização.

 

Campos de Preposições – Sesc Ipiranga, idealizado POR O grupo inteiro consiste na reflexão SOBRE modos de convivência – como encontro e disputa – a partir DAS áreas de convivência do Sesc Ipiranga. O projeto multiplica diferentes campos DE relações ENTRE as coisas, as pessoas, os lugares e as narrativas. Articula acontecimentos ENTRE dimensões locais atuais do bairro do Ipiranga, do monumento sítio da proclamação da Independência do Brasil em 1822, e políticas que atravessam o país nos últimos anos. Campos de Preposições se dispõe no espaço e no tempo por meio de instalações, performances, encontros, diagramas, publicações e uma plataforma online. O projeto conta COM a participação de artistas-acadêmicos da Central Saint Martins – University of the Arts London e outros artistas convidados, alinhados ao modus operandi que o Sesc São Paulo desenvolve há mais de 30 anos: suas histórias, seu olhar para o plural, sua capacidade de se reinventar e de se inserir de modo integrado e, simultaneamente, tão diferenciado na cidade.

Mano fato mano, 2015

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MANO FATO MANO instaura um espaço de reflexo e reflexão, permitido e ativado por desenhos e ações que informam o cotidiano nas cidades e, particularmente, em São Paulo. São desenhos que ativam e registram ações potentes. Desenhos que revelam, criam deslocamentos, e trazem para o universo gráfico a potência da ação de realizar coisas. Operam como ferramentas de manipulação, acessibilidade, conflito, manifestação, expressão, comunicação.

Assim como no brinquedo gira-gira — cuja força motora é gerada individual e coletivamente —, o girar permite um caleidoscópio de múltiplas perspectivas e usos. A exposição articula (séries de) trabalhos da Coleção de Arte da Cidade — de Antônio Lizárraga, Gladys Maldaun, Guto Lacaz, Leon Ferrari e Marcos Troncoso —; contrapostos a trabalhos convidados — de Ciro Ghellere, Claudio Bueno e Cristiano Rosa, Diogo de Moraes, Raphael Escobar e Vitor Cesar.

curadoras / curators: Carol Tonetti e Ligia Nobre
grupo do projeto / project group mano fato mano: Carol Tonetti, Claudio Bueno, Ciro Ghellere, Ligia Nobre, Luis Felipe Abbud e Vitor Cesar. Assistência e ilustrações / assistance and illustrations: Deborah Salles

Projeto Estou cá, 2016

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Linguagem visual, material impresso e sinalização.

 

Projeto realizado para o ciclo de exposições Estou cá, que aconteceu ao longo de vários meses no Sesc Belenzinho. Trabalho desenvolvido em contato permanente com a curadoria e o educativo das exposições.

Revista Urbânia, 2014

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Publicação.

 

Projeto Gráfico da Revista Urbânia 5, editada pela artista Graziela Kunsch, como parte de seu trabalho na 31ª Bienal de São Paulo. Realizado com a colaboração de Frederico Floeter e Deborah Salles. 288 páginas.